sábado, 21 de fevereiro de 2015



Depois do nosso bem sucedido novo empreendimento, o Bloco Me Engole Que Eu Sou Jiló, e do brevíssimo recesso de Carnaval, voltamos a exibir mais um grande documentário. Nesta 2a feira (23.fev), será a vez de "Sem Pena", do diretor Eugenio Puppo, sobre nosso sistema judiciário/penitenciário. A cópia deste filme, vencedor do Juri Popular no Festival de Brasília do ano passado, foi cedida pela produção que está incentivando a difusão social, em especial pelos cineclubes. Excelente iniciativa!!!


Além disso, teremos a presença da professora de direito penal da Universidade Católica de Brasília, Soraia da Rosa Mendes, que animará o bate-papo informal que sempre rola depois do filme.

Anote aí: toda 2a feira às 20h30 no Balaio Café​ (201 N).

Mais informações abaixo e no nosso evento pra curtir, comentar, compartilhar e convidar os amigos: https://www.facebook.com/events/746586572082134


Saudações Cineclubísticas,

Equipe Jiló na Guela



Sem Pena
Brasil, 2014, 87 min.

Direção: Eugenio Puppo

Sinopse: Nenhuma população carcerária cresce na velocidade da brasileira, que já é a terceira maior do mundo. Sem Pena desce ao inferno da vida nas prisões brasileiras para expor as entranhas do sistema de justiça do país, demonstrando como morosidade, preconceito e a cultura do medo só fazem ampliar a violência e o abismo social existente.





domingo, 15 de fevereiro de 2015


Nesta 2a feira de Carnaval, NÃO HAVERÁ CINECLUBE!!! Depois do sucesso do nosso Bloco Me Engole Que Eu Sou Jiló no último dia 9.fev, voltaremos na semana que vem (dia 23.fev às 20h30) com mais um "Docu docu documentário... é bom demais... é no Balaio, sem preconceito e a galera vem atrás..."

sábado, 7 de fevereiro de 2015




O Cineclube Jiló na Guela, numa super parceria com o Balaio Café, criou o bloco "Me Engole Que Eu Sou Jiló". A mais nova opção lúdica-carnavalesca de Brasólia vem com tudo, pra arrebentar na pracinha da 201 N.

Dia 9 de fevereiro às 19h30, traga sua criatividade, desinibição e fantasia (já tem uma galera criando seus personagens cinematográficos rsrsrs).

Ah, e não se esqueçam! o Cineclube rola toda 2a feira no Balaio, sempre exibindo um grande documentário (com formatos e temáticas diversos), continuem acompanhando a nossa programação pelo Face: https://www.facebook.com/JiloNaGuela

Curtam, comentem e compartilhem também o evento do Bloco "Me Engole Que Eu Sou Jiló": https://www.facebook.com/events/774253272657168
Convidem todos os amigos de Brasília (há um plugin do Chrome chamado Invite All que facilita isso).

Vejam vídeo (com letra) do ensaio geral no Balaio da nossa música tema (Solta a Claquete): http://youtu.be/4IgL7wwUGdk

Nesta 2a feira (9.fev) portanto não haverá exibição de filme, "apenas" nossa mais nova superprodução, o Me Engole, para os íntimos, o bloco mais cinematográfico do Quadradinho.

Obs: vá com sua fantasia e leve uma graninha extra pra comprar nossa camiseta (número limitadíssimo de unidades, a 30 reais cada) pra ajudar a diminuir o preju dos organizadores.

Saudações cineclubísticas! Inté! Axé!

Equipe Jiló na Guela (e apoiadores do Bloco Me Engole Que Sou Jiló)


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015



Continuando o ciclo carnavalesco, o Jiló apresenta nesta 2a feira, EXCEPCIONALMENTE às 19h30, no Balaio Café (201 N), o filme Saravah do diretor francês Pierre Barouh, gravado em fevereiro de 1969 no Rio de Janeiro. Distanciando-se da tentativa de mostrar o costumeiro lado espetacular da vida de cantores consagrados, o documentário registra situações casuais e cotidianas vividas por artistas como Maria Bethânia (então com 21 anos), Paulinho da Viola, Pixinguinha, João da Baiana e Baden Powell, entre outros. Curtam, comentem, compartilhem e convidem os amigos: https://www.facebook.com/events/1401467750154747



Neste 2 de fevereiro, de Yemanjá, vamos em conhecer um pouco mais da história da música popular e dos músicos brasileiros. Odoyá! Depois do filme, às 21h30, teremos ensaio aberto do Bloco, lançado pelo Jiló em parceria com o Balaio, "Me Engole Que Eu Sou Jiló".

Fiquem ligados que vamos botar nosso Bloco na rua na 2a feira seguinte, dia 9.fev, às 19h30, quando não haverá sessão do Cineclube. Vejam o vídeo com a música tema (Solta a Claquete), acompanhem os preparativos finais pelo Face e chame sua galera:https://www.facebook.com/events/774253272657168

Anotem:
2.fev - 19h30 - Exibição do documentário Saravah
         - 21h30 - Ensaio do Me Engole Que Sou Jiló
9.fev - 19h30 - Desfile do Me Engole Que Sou Jiló

"Faça chuca, não faça guerra / Aqui é o Jiló na Guela"
"Docu docu documentário / É bom demais / É no Balaio / Sem preconceito / E a galera vem atrás."

Além do nosso Bloco, o Balaio está com uma programação imperdível, antes e durante o Carnaval. Neste domingo, dia 1.fev, feirinha de venda e troca de filmes em vários formatos (DVD, VHS, Pendrive etc.), traga o seu. E vários blocos desfilarão por aqui.

Axé! Inté!

Saudações lúdico-carnavlescas-cineclubísticas,

Equipe Jiló na Guela
https://www.facebook.com/JiloNaGuela (rumo às mil curtidas, divulguem!)



Saravah
França, 1969, 90 min.

Direção: Pierre Barouh

Sinopse: Foi no mês de fevereiro de 1969 que o diretor de cinema francês Pierre Barouh desembarcou no Rio de Janeiro disposto a registrar em película momentos de uma música que, embora conhecesse pouco, o fascinava intensamente. O olhar do estrangeiro, de coração aberto para a música brasileira, capturou imagens que durante 36 anos permaneceram desconhecidas no país. Aqueles momentos registrados viraram o documetário Saravah, resultado das sessões de filmagem de Barouh com os ancestrais Pixinguinha e João da Baiana, então octagenários, os jovens Maria Bethânia (aos 21 anos) e Paulinho da Viola, tendo Baden Powell como elo de ligação entre gerações tão distantes e fundamentais da arte brasileira. Interessado nas intervenções culturais e religiosas da presença da África no Brasil, Barouh entrevista João da Baiana que, acompanhado por Baden ao violão, sapateia e toca prato e faca, enquanto entoa "Okekerê", de sua autoria, e "Yaô", de Pixinguinha. Um momento em que a história atemporal do Brasil é materializada em imagens pelas lentes de Barouh.


domingo, 25 de janeiro de 2015




Dando sequência ao ciclo sobre samba e carnaval, vamos exibir HOJE (2a feira, dia 26.jan, EXCEPCIONALMENTE às 19h30) o documentário Filhos de João, O Admirável Mundo Novo Baiano.

Esse longa do diretor baiano Henrique Dantas não é apenas sobre os Novos Baianos, mas sobre o Brasil dos anos 60 e 70, música, carnaval, futebol, o estilo de vida comunitário adotado por seus integrantes e o impacto do encontro deles com João Gilberto na história do grupo e da música brasileira. Super premiado, inclusive no 42o Festival de Brasília. Imperdível!!!

No clima de pré-Carnaval, sempre com o apoio do Balaio Café, vamos agitar a cidade com a irreverência e malemolência do Bloco Me Engole Que Eu Sou Jiló!

Mas, pra botar o bloco na rua, no próximo dia 9.fev, precisamos ensaiar. Por isso, em todas as próximas 2as feiras, começaremos uma hora mais cedo, excepcionalmente às 19h30. Logo depois do filme, rola o som, sempre no Balaio Café (201 N), claro. O primeiro ensaio aberto será HOJE, não percam, chamem os amigos, tragam seus instrumentos pro bloco que deseja ser um dos mais democráticos do quadradinho.

Curtam, comentem e compartilhem nossa página e convidem os amigos para o nosso evento: https://www.facebook.com/events/663701730425087

Saudações cineclubísticas,
Equipe Jiló
https://www.facebook.com/JiloNaGuela
http://jilonaguela.blogspot.com.br/



Filhos de João, O Admirável Mundo Novo Baiano.
Brasil, 2009, 76 min.

Direção: Henrique Dantas

Sinopse: O documentário Filhos de João, O Admirável Mundo Novo Baiano conta a história do grupo musical Novos Baianos. O filme se concentra em um dos períodos mais férteis e efervescentes da produção musical brasileira -- final da década de 1960 -- época em que o grupo eclodiu.
Foi neste período que João Gilberto, recém chegado dos Estados Unidos, começou a conviver com os Novos Baianos, tornando-se uma espécie de guru. Com extrema sensibilidade, e absoluta despretensão, transformou a mentalidade daqueles jovens irreverentes e mudou o rumo da MPB.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015


 Entrando no clima pré-carnavalizante do verão, o Jiló abre alas de um novo ciclo sobre o samba e o carnaval com o filme "A verdadeira história do samba". Título relativamente pretensioso para o tema, por um erro de tradução do original: "Cariocas les musiciens de la ville" (numa tradução livre, seria “Músicos cariocas da cidade“), documentário de Janine Houard, lançado em 1987. Independente desta e outras polêmicas, a produção tem seu valor para a preservação da memória nacional ao entrevistar diversos ícones do samba.

Anote o NOVO DIA e HORÁRIO: toda 2a-feira às 20h30, no Balaio Café (201 N).

Curtam, comentem e compartilhem nossa página e convidem os amigos para o nosso evento: https://www.facebook.com/events/597119437055727


A verdadeira história do samba
(Cariocas les musiciens de la ville)
França/Brasil, 1987, 58 min.

Direção: Janine Houard

Sinopse: O documentário consiste na reunião de cenas de outras produções e alguns desfiles de 1987, entrevistas realizadas por Grande Otelo e as interpretações do historiador da cultura negra, Joel Rufino do Santos. Há cenas dos filmes “Pixinguinha”, de João Carlos Horta e “Partido Alto”, de Leon Hirszman, além de trechos dos desfiles da Mangueira (No reino das palavras – Carlos Drummond de Andrade), Portela (Adelaide, a pomba da paz) e Vila Isabel (Raízes).



sábado, 10 de janeiro de 2015



Depois do merecido recesso, o Jiló rompe o novo ano e volta à ativa exibindo um filme premiado e fazendo parte de um projeto muito legal.

O filme é "Uma passagem para Mário", documentário "road movie" sobre amizade e a superação da morte. O argumento do filme e da viagem para deserto do Atacama foi pensado pelo diretor Eric Laurence e seu amigo Mário Duques (que dá título ao filme), ambos compraram as passagens, refletiram sobre o roteiro e organizaram os equipamentos que seriam usados no documentário. No início o filme parecia sucumbir diante da doença de Mário Duques, que lutou durante quatro anos contra um câncer no fígado. No entanto, depois de vários momentos de morte e renascimento, o filme foi realizado.

O projeto é o 1000 Cineclubes idealizado pelos produtores do filme para divulgação, distribuição e exibição deste documentário brasileiro em todos os lugares onde for possível no mundo todo. Mais informações abaixo.

Anote o NOVO DIA e HORÁRIO: toda 2a-feira às 20h30, no Balaio Café (201 N). Feliz 2015!!! Muito cinema e cultura na veia de todas/os Jilozeiras/os!!!

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Uma passagem para Mário
Brasil, 2014, 77 min.

Direção: Eric Laurence

Sinopse: Um documentário sobre amizade e superação da morte. Uma reflexão sobre as jornadas e os ciclos da vida através de uma viagem que parte de Recife, no Brasil, atravessa a Bolívia, até chegar no deserto do Atacama, Chile.